RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO
O método FORMAÇÃO PRÁTICA DO FORMADOR (FPF) teve a seguinte evolução:
1 – Inicialmente criado nos Estados Unidos da América, com o nome de T W I (Training Within Industry), para responder a um objectivo inédito, ou seja, a conversão de um esforço de guerra em indústrias de paz, estas técnicas são, posteriormente, adaptadas, pela França, onde ficaram conhecidas por F P C (Formation Practique Des Chefs) ou P P P (Perfectionnemant Pratique du Personnal)
A adaptação francesa fez, sobretudo, atenuar o carácter pragmático destas técnicas e deram prioridade absoluta à eficácia, sem pôr de lado o interesse afectivo.
A adaptação noutros países fez-se duma forma muito discreta, em sala, sobretudo, nas Universidades ligadas às grandes empresas.
2 – Infelizmente, nada disto aconteceu em Portugal, a não ser em casos pontuais e sem significado formativo com carácter geral.
3 – Viriato Pina (Eng e Prof.) e Edite Pina (Profª), sócios fundadores desta empresa, resolveram contribuir para que possamos juntar-nos ao pelotão da frente, ou seja, aos povos mais desenvolvidos. Em todas as fases, muito têm contribuído Maria do Rosário (Química), Jorge Alexandre (Engenheiro Civil) e António Filipe (Engenheiro Electrotécnico e Computadores), além de variadíssimas entidades oficiais e particulares.
4 - O método (F P C) foi adquirido, pelo 1º, com técnicos da SOFRAMINES francesa, tendo já sido aplicado, em parte, nas empresas que liderou, nas escolas e colégio onde leccionou e a cerca de 3000 alunos de dois agrupamentos, já depois de reformado.
5– Já foi publicado o livro SABER INSTRUIR , que foi integrado no acervo da Mediateca da Formação Profissional do IEFP e que já se encontra à venda, através deste site.
6– Em 11-09-2006 o CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA reconhece o mérito e atribui o estatuto de formador a Viriato Pina e procedeu ao respectivo registo, CCPFC/RFO-21052, na área e domínio- C9I Formação Prática de Formadores, com aplicação a Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
7– Tem de chegar a todos os portugueses!...
OBJECTIVOS A ATINGIR
A educação não é mais que o resultado do somatório de um conjunto de acções para que o ser humano venha a ser capaz de formular o seu projecto de vida, para desempenhar, eficazmente, tudo o que diga respeito às suas vidas pessoal, familiar, profissional, social e também preparar a vida para além da morte.
O ser humano não é perfeito por hereditariedade, passado pessoal e meio ou meios onde viveu e vive.
Sendo assim, QUALQUER FORMADOR (Professor, formador, empresário, encarregado de educação…) tem que se integrar numa estrutura global, adaptando-se e terá a sua quota parte de responsabilidade para essa educação geral.
Que lugar ocupa nesse conjunto? Têm de ser bem definidas as suas funções, suas responsabilidades, desenvolver as suas capacidades, ou sejam, os seus conhecimentos (Saber adquiri-los), saber transmitir, saber as normas e costumes, saber simplificar (Melhorar os métodos), saber comandar (Relações humanas), saber sobre condições perigosas e imprudências, a fim de prestar serviços em quantidade, qualidade, cumprindo prazos estabelecidos, em bom ambiente e segurança.
São estes os temas que serão tratados na difusão do método FORMAÇÃO PRÁTICA DO PROFESSOR ( F P F ).
Neste método, utilizamos todos os materiais que existem na natureza. Portanto, para cada caso, utilizam-se os materiais mais convenientes e reais, sempre que possível. O monitor ( Formador) apresentará um exemplo e os participantes apresentarão outros, à sua escolha, individualmente, por sessão.
CONCLUSÃO: - Para se realizar uma formação prática e eficaz, deve-se incrementar o desenvolvimento harmonioso das capacidades, utilizando, sempre que possível, materiais didácticos reais, através das seguintes etapas:
1 – Técnicas de INSTRUÇÃO e análise de modos formativos;
2 – Técnicas de RELAÇÕES HUMANAS, para se resolverem os problemas humanos, evitar dificuldades e melhorar as relações entre todos;
3 – Técnicas de estabelecimento de PLANOS - PEDAGÓGICO, FINANCEIRO, AQUISIÇÕES, FORMAÇÃO ( Programada, ocasional, revisões, etc. );
4 – Técnicas de PREPARAÇÃO de aulas ( Sessões, lições ), para melhor eficácia e coordenação;
5 – Técnicas de SIMPLIFICAÇÃO, para se melhorarem os métodos;
6 – Técnicas de TRANSMISSÃO de ordens, conselhos, ideias, sugestões, etc.;
7 – Técnicas de CONDUÇÃO DE REUNIÕES, para se prepararem devidamente, conduzir e tirar melhor partido de uma reunião.
Com a difusão destas técnicas, pretende-se, por um lado, fornecer, a todos os formadores, meios práticos para os ajudar a resolver melhor e mais facilmente muitos dos seus problemas e, por outro, aperfeiçoá-los quanto às suas qualidades profissionais e aptidões, nomeadamente no que diz respeito a aptidões visuais, de observação, de análise, de previsão, de organização, de espírito crítico, de progresso, de noção de método, de espírito de equipa, de colaboração e, sobretudo, de compreensão do BEM COMUM.
Viriato Pina